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A hora de Soledad Barret Viedma

 

Urariano Mota

 

 

Amigos, aquilo que há muitos e muitos anos eu sentia  por todos os  poros e sentidos, aquilo que meu faro pressentia, que a hora de Soledad Barret Viedma se acercava, agora chegou. Em julho, a  Boitempo Editorial publica o meu, o nosso livro,  “Soledad no Recife”.

 

Para quem não sabe, Soledad Barret Viedma foi torturada e morta no Recife em 1973, grávida e traída, depois de entregue a Fleury pela marido, o Cabo Anselmo. 

Um dos leitores de Soledad no Recife assim se expressou:

 

“O livro alcança e fere vários tipos de leitores, desde os que já conhecem a história do ‘massacre da chácara São Bento’ até os que a desconheçam totalmente.

 

É um relato candente, comovido e comovente, construído desde um ponto de vista original, qual seja, o de uma voz narrativa pertencente a quem tenha conhecido os dois protagonistas históricos da trama, Daniel, aliás, Cabo Anselmo (ou será o contrário?), e Soledad, a jovem idealista assassinada, com os demais companheiros. O relato recupera um clima de época através das letras de música com muita habilidade.

 

É um relato testemunhal, no sentido bíblico da palavra, e ao mesmo tempo confessional. É testemunhal porque visa dar testemunho, contar uma verdade, trazer à luz fato que revela e elucida”.

 

Portanto, amigos, não foi em vão esperar tanto tempo.

 

“Sete anos de pastor Jacó servia

Labão, pai de Raquel, serrana bela;

Mas não servia ao pai, servia a ela,

E a ela só por prêmio pretendia....   

 

... Dizendo: - Mais servira, se não fora

Para tão longo amor tão curta a vida”.

 

A bela e brava Soledad Barret Viedma volta à vida em julho. Em todas as livrarias.



Escrito por urariano às 10h26
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